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Sala cheia no Fórum «Região de Setúbal: pelo desenvolvimento, pela solidariedade, pela Paz»

2013/06/04
O Fórum «Região de Setúbal: pelo desenvolvimento, pela solidariedade, pela Paz», promovido pela Associação de Municípios da Região de Setúbal, a Câmara Municipal do Seixal e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizou-se no passado sábado, no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal, e contou com a presença de centenas de participantes nacionais e internacionais com destacada intervenção na defesa da Paz, da solidariedade e do desenvolvimento.

Foram diversos os representantes que com os seus testemunhos deram voz à situação existente nos seus países e no mundo. A situação social e política vivida hoje no Chipre, na Palestina, na Turquia, na Venezuela, na Síria e em outros tantos países pelo Mundo, assim como as ameaças a países e povos soberanos, a proliferação da guerra e a corrida ao armamento em contraposição com o direito dos povos a decidirem livremente do seu destino foram alguns dos aspectos centrais do debate.

Esta iniciativa, que coincidiu com a reunião do Secretariado e da Região Europa do Conselho Mundial da Paz, realizada no Seixal, contou com a direcção dos trabalhos e intervenções iniciais de Alfredo Monteiro (presidente da AMRS e da CM do Seixal), de Maria do Socorro Gomes (presidente do Conselho Mundial da Paz) e Ilda Figueiredo (presidente do CPPC), abordando o actual momento da situação internacional e a promoção da solidariedade e da Paz no mundo.

“Somos uma organização que pugna pela paz, o desarmamento, a resolução pacífica dos conflitos e a salvaguarda da soberania e independência de povos e países.” Maria do Socorro Gomes (presidente do Conselho Mundial da Paz) caracterizou assim organização a que preside e a sua acção no panorama internacional, referindo-se à importância do movimento mundial pela Paz e ao trabalho desenvolvido desde a sua fundação em 1950.

Ilda Figueiredo, presidente do CPPC, referiu que “num momento internacional de grande instabilidade, particularmente complexo, em que se sucedem guerras de agressão, ameaças, bloqueios, se promove a corrida aos armamentos, a proliferação de bases e instalações militares e se põe frontalmente em causa o direito dos povos a decidirem livremente do seu destino, esta iniciativa reveste-se de grande importância para o reforço do movimento da paz e a luta por um mundo mais justo e de paz.”

Alfredo Monteiro encerrou o fórum assegurando que “numa situação tão difícil como a que se vive hoje no mundo, o movimento da paz e os povos por todo o mundo, resistem e não desistem de lutar por um mundo melhor! Também em Portugal existem organizações, movimentos sociais, autarquias que lutam e resistem na defesa da democracia, pelo progresso, o desenvolvimento e a paz!”