OU
06 Jun 2026
AGENDA REGIONAL | Eventos Destaques SeixalDançaSeixal
Classificação etária: M/ 12 anos . Duração: 80 minutos
André Braga Cláudia Figueiredo e o coreógrafo moçambicano Panaibra
Canda colaboraram na criação deste OU, espetáculo nascido de uma vontade
de criação em torno de uma paisagem concreta: Inhambane, cidade do Sul de
Moçambique.
Nesta terra de memórias familiares e coloniais, que Vasco da Gama batizou
de «Terra de Boa Gente», o presente ainda ecoa reverberações do passado,
quando daqui foram levadas milhares de pessoas escravizadas.
O espetáculo bebe da mitologia de Drexciya, que nos fala da existência de
um povo subaquático descendente de escravos africanos atirados à água
durante uma travessia oceânica, mas também das palavras de uma curandeira
de Inhambane, testemunha de mistérios e segredos antigos guardados por
espíritos que habitam o mar. Desta forma, o espetáculo é espelho de muitos
encontros, entre dois corpos, nas suas forças, abstrações, histórias e
vontades, mas também entre o mar e a terra, o visível e o invisível, o
ancestral e o contemporâneo, o etéreo e o terreno.
Dança, som, vídeo e palavra desenham esta geografia sensorial que convida
à escuta e à imaginação e confere a OU a linguagem fortemente
transdisciplinar que o define. Uma linguagem que desenha o convite para
pensar a história através dos olhos da ficção, da fabulação e da
presença fantasmagórica, a partir das quais se desenham as formas ainda
possíveis da justiça e da memória.
Um espetáculo em que o corpo não se expressa somente através da dança,
mas antes fala, recorda, resiste e sonha, num ritual que evoca antigos
fantasmas e nos convoca para um pensamento desassombrado sobre as maiores
injustiças do nosso mundo.
Ficha artística
Direção artística, desenvolvimento do conceito e dramaturgia: André
Braga, Cláudia Figueiredo e Panaibra Canda, em colaboração com Gonçalo
Mota e João Sarnadas | Interpretação: André Braga e Panaibra Canda
| Sonoplastia: João Sarnadas | Vídeo: Gonçalo Mota | Luz: Santiago
Rodríguez Tricot | Texto: excertos da conversa com Constança José Beoula
| Espaço cénico: André Braga em colaboração com toda a equipa
| Figurinos: Sandra Neves | Apoio à construção: Joana Mesquita Alves,
Sandra Neves, Pedro Coutinho e Nuno Guedes Direção de produção: Ana
Carvalhosa | Produção: Joana Mesquita Alves (coordenação de projeto) e
Cláudia Santos | Coordenação técnica e operação de luz: Felipe Silva
| Apoio à administração: João Gravato | Comunicação: Joana Borges
| Fotografias: José Caldeira | Coprodução: DDD – Festival Dias da
Dança; São Luiz Teatro Municipal; Teatro das Figuras; Teatro Aveirense/CM
Aveiro | Apoio e coordenação em Moçambique: CulturArte Moçambique.
Bilheteira
Na bilheteira online BOL (reservas e informações 24 horas: 1820) e nos
locais habituais.
No balcão de informações da Biblioteca Municipal do Seixal, de terça a
sexta-feira, das 10 às 19 horas, e sábados, das 14.30 às 19 horas.
Na bilheteira do Auditório Municipal, que abre 1.30 horas antes de
qualquer espetáculo e encerra 15 minutos após o seu o início.
* Descontos
Entrada gratuita: jovens munícipes até 25 anos (inclusive) e para
munícipes maiores de 65 anos (inclusive), em ingressos levantados localmente
na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal.
50 % de desconto: trabalhadores das autarquias do Seixal, munícipes,
bombeiros e voluntários da Cruz Vermelha do concelho do Seixal, em bilhetes
adquiridos localmente na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal.
André Braga Cláudia Figueiredo e o coreógrafo moçambicano Panaibra
Canda colaboraram na criação deste OU, espetáculo nascido de uma vontade
de criação em torno de uma paisagem concreta: Inhambane, cidade do Sul de
Moçambique.
Nesta terra de memórias familiares e coloniais, que Vasco da Gama batizou
de «Terra de Boa Gente», o presente ainda ecoa reverberações do passado,
quando daqui foram levadas milhares de pessoas escravizadas.
O espetáculo bebe da mitologia de Drexciya, que nos fala da existência de
um povo subaquático descendente de escravos africanos atirados à água
durante uma travessia oceânica, mas também das palavras de uma curandeira
de Inhambane, testemunha de mistérios e segredos antigos guardados por
espíritos que habitam o mar. Desta forma, o espetáculo é espelho de muitos
encontros, entre dois corpos, nas suas forças, abstrações, histórias e
vontades, mas também entre o mar e a terra, o visível e o invisível, o
ancestral e o contemporâneo, o etéreo e o terreno.
Dança, som, vídeo e palavra desenham esta geografia sensorial que convida
à escuta e à imaginação e confere a OU a linguagem fortemente
transdisciplinar que o define. Uma linguagem que desenha o convite para
pensar a história através dos olhos da ficção, da fabulação e da
presença fantasmagórica, a partir das quais se desenham as formas ainda
possíveis da justiça e da memória.
Um espetáculo em que o corpo não se expressa somente através da dança,
mas antes fala, recorda, resiste e sonha, num ritual que evoca antigos
fantasmas e nos convoca para um pensamento desassombrado sobre as maiores
injustiças do nosso mundo.
Ficha artística
Direção artística, desenvolvimento do conceito e dramaturgia: André
Braga, Cláudia Figueiredo e Panaibra Canda, em colaboração com Gonçalo
Mota e João Sarnadas | Interpretação: André Braga e Panaibra Canda
| Sonoplastia: João Sarnadas | Vídeo: Gonçalo Mota | Luz: Santiago
Rodríguez Tricot | Texto: excertos da conversa com Constança José Beoula
| Espaço cénico: André Braga em colaboração com toda a equipa
| Figurinos: Sandra Neves | Apoio à construção: Joana Mesquita Alves,
Sandra Neves, Pedro Coutinho e Nuno Guedes Direção de produção: Ana
Carvalhosa | Produção: Joana Mesquita Alves (coordenação de projeto) e
Cláudia Santos | Coordenação técnica e operação de luz: Felipe Silva
| Apoio à administração: João Gravato | Comunicação: Joana Borges
| Fotografias: José Caldeira | Coprodução: DDD – Festival Dias da
Dança; São Luiz Teatro Municipal; Teatro das Figuras; Teatro Aveirense/CM
Aveiro | Apoio e coordenação em Moçambique: CulturArte Moçambique.
Bilheteira
Na bilheteira online BOL (reservas e informações 24 horas: 1820) e nos
locais habituais.
No balcão de informações da Biblioteca Municipal do Seixal, de terça a
sexta-feira, das 10 às 19 horas, e sábados, das 14.30 às 19 horas.
Na bilheteira do Auditório Municipal, que abre 1.30 horas antes de
qualquer espetáculo e encerra 15 minutos após o seu o início.
* Descontos
Entrada gratuita: jovens munícipes até 25 anos (inclusive) e para
munícipes maiores de 65 anos (inclusive), em ingressos levantados localmente
na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal.
50 % de desconto: trabalhadores das autarquias do Seixal, munícipes,
bombeiros e voluntários da Cruz Vermelha do concelho do Seixal, em bilhetes
adquiridos localmente na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal.
Equipamento:
Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal