Linha e Mancha, Corpo e Máquina
14 Ago a 17 Nov 2026
ExposiçõesSeixal
Exposição de Rui Sanches, no âmbito do protocolo entre o Município do
Seixal e a Fundação Serralves.
De 14 de agosto a 17 de novembro
Horário
De terça-feira a sábado, das 10 às 12.30 e das 14 às 18 horas.
Rui Sanches (Lisboa, 1954) desenvolve desde o início dos anos 1980 uma obra
inconfundível no panorama da escultura portuguesa. A sua prática
artística, ancorada em diálogos cruzados com a história de arte, com a
arquitetura e com o corpo humano, questiona os pressupostos da pintura
clássica e da escultura contemporânea e investiga fenómenos de perceção
que interpelam o olhar e incitam o movimento do espectador.
Rui Sanches: Linha e Mancha, Corpo e Máquina examina momentos de
continuidade e rutura ao longo do percurso do artista e estabelece pontos de
contacto entre o seu trabalho em escultura e desenho. A exposição inclui um
conjunto de obras pertencentes à coleção de Serralves e a importantes
coleções em depósito na fundação, que abrange um arco temporal de quatro
décadas, apresentando trabalhos dos anos 1980 que se relacionam diretamente
com temas da pintura clássica e neoclássica, bem como obras das décadas
seguintes que evidenciam uma aproximação abstrata ao corpo e à escala
humana, estabelecendo uma relação de proximidade com o espectador.
As coleções em depósito em Serralves patentes nesta mostra incluem a
Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), a Coleção da Fundação
Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), a Coleção Peter Meeker e a
coleção do artista.
Esta exposição, com curadoria de Luís Nunes e coordenação de Carlos
Magalhães, integra o Programa de Exposições Itinerantes da coleção de
Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da fundação acessível a
públicos diversificados de todas as regiões do país.
Seixal e a Fundação Serralves.
De 14 de agosto a 17 de novembro
Horário
De terça-feira a sábado, das 10 às 12.30 e das 14 às 18 horas.
Rui Sanches (Lisboa, 1954) desenvolve desde o início dos anos 1980 uma obra
inconfundível no panorama da escultura portuguesa. A sua prática
artística, ancorada em diálogos cruzados com a história de arte, com a
arquitetura e com o corpo humano, questiona os pressupostos da pintura
clássica e da escultura contemporânea e investiga fenómenos de perceção
que interpelam o olhar e incitam o movimento do espectador.
Rui Sanches: Linha e Mancha, Corpo e Máquina examina momentos de
continuidade e rutura ao longo do percurso do artista e estabelece pontos de
contacto entre o seu trabalho em escultura e desenho. A exposição inclui um
conjunto de obras pertencentes à coleção de Serralves e a importantes
coleções em depósito na fundação, que abrange um arco temporal de quatro
décadas, apresentando trabalhos dos anos 1980 que se relacionam diretamente
com temas da pintura clássica e neoclássica, bem como obras das décadas
seguintes que evidenciam uma aproximação abstrata ao corpo e à escala
humana, estabelecendo uma relação de proximidade com o espectador.
As coleções em depósito em Serralves patentes nesta mostra incluem a
Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), a Coleção da Fundação
Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), a Coleção Peter Meeker e a
coleção do artista.
Esta exposição, com curadoria de Luís Nunes e coordenação de Carlos
Magalhães, integra o Programa de Exposições Itinerantes da coleção de
Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da fundação acessível a
públicos diversificados de todas as regiões do país.
Equipamento:
Oficina de Artes Manuel Cargaleiro