Casa
26 Abr 2026
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Espetáculo pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, no âmbito
das comemorações do Dia Mundial da Dança (29 de abril), que reúne
quatro diferentes coreografias da autoria de seis coreógrafos distintos.
Acessibilidade: audiodescrição.
Classificação etária: M/ 6 anos . Duração: 75 minutos
Sob o mote «Casa», o espetáculo homónimo apresenta diferentes visões
sob este espaço físico ou onírico, que pode também não ser um espaço de
todo, mas em que cabem sonhos, desejos, memórias e perdas.
Sopro – A Garden full of Metal é uma das visões sobre o tema e tem
autoria de César Fernandes e André Mesquita. Neste trabalho, a dança
inscreve o mistério entre carne e sombra e contemplamos a revelação que
entrelaça o espírito com o quotidiano.
A Casa de Miguel Santos é apresentada em Habita-me, uma coreografia em que
corpos despojados de símbolos e camadas culturais que outrora os moldaram
emergem como casas habitadas de memórias.
Beatriz Mira e Tiago Barreiros apresentam Luz | Dez, uma reflexão sobre a
lucidez, com duas personagens que se expressam na urgência de interações,
esbatendo a fronteira entre o público e o privado.
Em mais uma destas propostas sobre o mesmo tema, uma bailarina encontra o
seu corpo, o estúdio e o palco como lugares íntimos, de conforto, ainda que
cheios de conflito. Suite é um trabalho com a marca de Vânia Doutel Vaz e
constrói-se de significados múltiplos.
O questionamento sobre a nossa própria definição e interpretação de
«casa» é um desafio inerente a estas coreografias, unidas num mesmo
espetáculo.
Dando início a uma nova linha de atuação, a Rota dos Pequenos Palcos, com
que a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo pretende chegar a novas
pessoas, partilhando a essência daquilo que são, promovendo a cultura e
utilizando a dança como ferramenta para o diálogo.
Formulário online
- A bilheteira do Auditório Municipal abre hora e meia antes do início de
cada espetáculo.
- As reservas deverão ser levantadas na bilheteira do Auditório Municipal
do Fórum Cultural do Seixal, no próprio dia, até 30 minutos antes do
início do espetáculo. Não havendo levantamento da reserva, a mesma será
anulada.
- O número de ingressos a disponibilizar por pessoa pode ser limitado.
das comemorações do Dia Mundial da Dança (29 de abril), que reúne
quatro diferentes coreografias da autoria de seis coreógrafos distintos.
Acessibilidade: audiodescrição.
Classificação etária: M/ 6 anos . Duração: 75 minutos
Sob o mote «Casa», o espetáculo homónimo apresenta diferentes visões
sob este espaço físico ou onírico, que pode também não ser um espaço de
todo, mas em que cabem sonhos, desejos, memórias e perdas.
Sopro – A Garden full of Metal é uma das visões sobre o tema e tem
autoria de César Fernandes e André Mesquita. Neste trabalho, a dança
inscreve o mistério entre carne e sombra e contemplamos a revelação que
entrelaça o espírito com o quotidiano.
A Casa de Miguel Santos é apresentada em Habita-me, uma coreografia em que
corpos despojados de símbolos e camadas culturais que outrora os moldaram
emergem como casas habitadas de memórias.
Beatriz Mira e Tiago Barreiros apresentam Luz | Dez, uma reflexão sobre a
lucidez, com duas personagens que se expressam na urgência de interações,
esbatendo a fronteira entre o público e o privado.
Em mais uma destas propostas sobre o mesmo tema, uma bailarina encontra o
seu corpo, o estúdio e o palco como lugares íntimos, de conforto, ainda que
cheios de conflito. Suite é um trabalho com a marca de Vânia Doutel Vaz e
constrói-se de significados múltiplos.
O questionamento sobre a nossa própria definição e interpretação de
«casa» é um desafio inerente a estas coreografias, unidas num mesmo
espetáculo.
Dando início a uma nova linha de atuação, a Rota dos Pequenos Palcos, com
que a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo pretende chegar a novas
pessoas, partilhando a essência daquilo que são, promovendo a cultura e
utilizando a dança como ferramenta para o diálogo.
Formulário online
- A bilheteira do Auditório Municipal abre hora e meia antes do início de
cada espetáculo.
- As reservas deverão ser levantadas na bilheteira do Auditório Municipal
do Fórum Cultural do Seixal, no próprio dia, até 30 minutos antes do
início do espetáculo. Não havendo levantamento da reserva, a mesma será
anulada.
- O número de ingressos a disponibilizar por pessoa pode ser limitado.
Equipamento:
Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal